quinta-feira, 31 de maio de 2007

Os destaques do Expresso

Já está a caminho da gráfica a maior parte da das páginas do Expresso que circula nesta sexta-feira. Entre os destaques da edição estão as reportagens especiais sobre o meio ambiente; a movimentação policial, registrando que mais seis foram presos por porte de armas, munição e tráfico de drogas; os últimos acontecimentos políticos; muitas matérias comunitárias e, claro, aquela pimenta a cargo dos nossos colunistas. E eu, como tenho o privilégio de chegar a vocês antes do jornal, transcrevo a seguir a minha principal coluna da edição de manhã. Bom proveito e até breve.


Vulmar Light

A entrevista de Vulmar Leite (PSDB) ficou no esperado. Ele hoje é outro. Um "Vulmar Light". Não maroteou pra ninguém, nem desentocou o passado. Só causou mal-estar ao dizer que em 92 pegou a Prefeitura local com maquinário sucateado, salários atrasados e encargos não-pagos há 11 anos. Por outro lado, lembro que a dupla Toninho e Chicão assumiu com dívida em torno de um milhão. Eles também apontaram sucateamentos.

Política é assim. Um acusa o outro. Mas a parte que eu mais gostei foi quando Vulmar disse que muitos de seus secretários não deram certo porque não se dedicavam em tempo integral. Isso é moralidade, afinal, já soube que em certas ocasiões, dava para esconder-se de secretários lá na Prefeitura.

O intrigante ficou por conta do "sou-não sou candidato". Vulmar diz que não é quando gostaria de ser. Lembra aquela do sapo, "me atirem no fogo, não me atirem na água". Ele quer que o atirem nos braços da oposição. A idéia não é ruim. É uma boa indicação pra enfrentar o PP. Tem cacife. Só falta a oposição achar um bom vice. O brabo vai ser acomodar os interesses de 5 ou 6 siglas num só objetivo. Talvez seja esta a parte mais difícil da eleição.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Querem peixes?


Estou em dívida com vocês desde domingo à tarde, quando postei a última matéria. Então, começo dizendo que a segunda foi mais curta que coice de porco, pois tive que largar a pauta de serviços "correndo tudo" para poder viajar à noite. Sabem pra onde? Fui a Pelotas e Rio Grande com o meu sogro, o seu Mário Siqueira. Objetivo: trazer peixe para ele vender na feira. E trouxemos bastante, principalmente tainha gorda, de dois, três quilos.


Nossa viagem
O frio dos últimos dias não me incomodou muito, não até chegarmos a Pelotas. Resolvemos nos hospedar no hotel Rex, de um antigo prédio em rente à praça principal. E se eu disser que um hotel situado bem no centro da 4ª maior cidade do estado, me fez bater queixo, alguns irão duvidar. Mas foi isso mesmo. O seu Mário e eu ficamos no mesmo quarto, mas como ele ronca igual a um urso, tive que saltar para outro cômodo, onde me deparei apenas com dois cobertores, quase iguais aos "paraíbas". Deitei de roupa e tudo e mesmo assim, melei aquela lixiguana.
Na foto, o seu Mário a bordo de um barco pesqueiro

Os biscateiros

Finda a noite, fomos a Rio Grande buscar as tainhas. E achamos das boas. O frio era intenso, com o velho minuano assobiando nas esquinas e nos pátios das fábricas de pescado, onde vi aquela pobre gente com as mãos no gelo para colocar nos peixes recém pescados. Vi também aqueles biscateiros à espera de navios e a saída de caminhões para trabalhar no descarregamento, levantar uma grana e, quem sabe, ganhar até alguns peixes para venderem no comércio ali perto. É isso aí, lá também existem os chapas, talvez menos remunerados que os daqui. A diferença é que os de lá, ganham caixas de peixes para comer ou vender.


Roubalheiras

Na volta a Santiago, tudo gelado. O frio daqui era da mesma intensidade. Cheguei louco para escrever, pois na viagem fiquei distante dos fatos locais, mas não dos nacionais, graças à boa leitura da Veja que levei ali do Gecênio. E cá pra nós, que roubalheira! Agora até o Calheiros está envolvido em propinas e benesses. Como dizia meu tio: é roubo às calheiras. E parece que nem o nosso ex-deputado Nardes vai escapar de lombo liso, a exemplo do célebre Adylson Motta, lindeiro aqui de São Luiz. O que é uma pena, realmente uma pena...

domingo, 27 de maio de 2007


Festa para as mães

A tarde deste domingo foi movimentada para as lideranças do PP local. É que as mães foram homenageadas com o tradicional Chá das Mães, lá no CTG Coxilha de Ronda. O evento era para ter acontecido há mais tempo, mas em virtude da falta de data teve que ser transferido. Mas enfim, aconteceu e reuniu um número expressivo de mulheres santiaguenses, provando mais uma vez força partidária desta sigla. Lá estavam suas principais lideranças: o prefeito Chicão, o deputado Marco Peixoto, que também aproveitou o ensejo para agradecer por toda sua votação. É certo que nem todas as mães são filiadas ao partido e nem todas votam em seus candidatos, mas só o fato de estarem reunidas numa organização progressista já é suficiente para sentirmos a força política dessas lideranças.


Filho amado
O deputado Marco Peixoto
compareceu ao Chá das Mães e
posou para a foto junto
com sua mãe, a dona Mari,
uma senhora muito
querida pela comunidade
e, em particular, por este
blogueiro.

Uma festa pelos 15 da URI


Ayda Bochi Brum e Clóvis Brum:
15 anos de uma história de amor
pela universidade que ajudou
a mudar Santiago.
Eles sopraram as velinhas
e festejaram com os
presentes essa data tão
marcante.


Uma data histórica. Assim podemos dizer do dia de sábado, quando a nossa URI festejou seus 15 anos no Clube União Santiaguense, reunindo autoridades, imprensa e membros ativos da comunidade. O grande destaque ficou por conta do Lions Clube, que ajudou a servir o jantar, o champanhe etc. Médicos, empresários, advogados, militares, políticos, professores, todos estavam embuídos num só propósito; o de ajudar na organização da grande festa. Em seguida, um telão trouxe a opinião de vários ex-alunos que hoje ajudam a fazer de Santiago, uma cidade melhor. O diretor Clóvis Brum, em rápidas palavras reviveu a trajetória da universidade e agradeceu pelo apoio de todos. A professora Ayda Bochi, fundadora da instituição ajudou a apagar as velinhas ao lado de Clóvis Brum. O grupo Segredo da Cor se encarregou da animação do baile que varou a madrugada.

sábado, 26 de maio de 2007

Sábado triste

Este dia de sábado foi triste para a equipe do Expresso Ilustrado. O nosso colega Sidnei Garcia perdeu sua mãe. A dona Almerinda Garcia faleceu na madrugada de hoje aos 64 anos de idade. A tristeza invadiu o coração de todo mundo e em meio às tentativas de consolação sempre escapava alguns soluções. O Sidi era muito apegado com sua mãe, com a qual morava. Há poucos anos ele já havia perdido seu pai, o seu Silvio e, agora, acabou tendo que sepultar a mãe e companheira do dia-a-dia, a sua melhor amiga. Mas é a vida. E como disse a senhora que “encomendou” o corpo, há um lugar reservado junto a Deus para todos nós. É só esperar a hora de cada um. Que a dona Almerinda descanse, pois sua vida foi voltada ao bem de todos os que lhe foram caros. À família enlutada, os nossos mais sinceros votos de pesar. E como a vida nos empurra para as tarefas que não esperam, cumpriremos o dever de irmos à festa de aniversário da nossa gloriosa URI, que faz 15 anos. Não será uma festa como antes, mas será uma festa que tanta gente esperou e tem direito.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Olha o Expresso,
olha o frio do Minuano!

O Nosso Expresso ganhou as ruas cedo, diferente de mim, que preferi ficar sob os cobertores. O frio aqui nos pampas está de torcer o nariz. Mas quem deve ter mesmo torcido o nariz, aliás, a cara toda, são os algozes de Vulmar Leite. O homem ganhou a mídia nesta semana. Realmente roubou a cena. Até eu. Tive que ficar na redação até às 10 da noite, ontem, “arredondando” sua entrevista, a qual não mudou muito do que já se esperava. Vulmar foi sutil numas coisas, criterioso nas palavras em outras, sensível, mudado (parece), mas sempre crítico quando instigado. Negou ser candidato, mas uma coisa lhes digo. Ele é. Escrevam o que eu escrevo. Ele virá em 2008 com tudo. Não sei por qual partido ou coligação, mas seu discurso, a esta hora do campeonato, tem tudo a ver com candidatura. E convém dizer que Vulmar pode não ser o melhor candidato e nem o único. Não esqueçam que temos Sandro Palma, louco para ser a zebra de novo. Temos Dinis Cogo fazendo fiador e mais uma meia-dúzia de gaudérios lá pelo lado do PP. Agora, uma coisa é certa. Com toda esta entrevista no Expresso e mais o respingos em outras mídias, o senhor Vulmar Leite vai acabar gerando um friozinho na barriga, na espinha ou sei lá onde mais, em muita gente. E poderá fazer mais estragos do que o velho Minuano está fazendo conosco. Brrrrrr...

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Frio, cansaço e
um calhamaço (de serviço)
Já passa das três da matina e ainda estamos aqui no batente. À essa hora só resta o Antônio e eu, mas logo, logo, creio que ele deva ficar só, pois não aguento mais o sono. A semana foi puxada novamente: caderno de noivas, 15 anos da URI, fora as demais páginas com assuntos dos mais diversos que tivemos que escrever e montar. Mas tudo bem, a peleja está quase vencida, apesar do frio horrível que está lá fora, aqui dentro o calor é intenso alicerçado na vontade de fazer sempre o melhor jornal. Como sou eu quem cuida da qualidade textual e gráfica, acabo sempre me estressando mais. Paciência, quem mandou querer ser editor. Após ao meio-dia de hoje estarei novamente a postos e devo postar algumas curiosidades da edição de sexta, na qual, como prometi, haverá uma entrevista com o ex-prefeito Vulmar Leite, que agora é Vulmar Light. Não sei até quando. Nem sei se na edição de sexta ele estará assim, tão mansinho. Vamos ver.

segunda-feira, 21 de maio de 2007


Ruivo com sede

Na semana passada soube-se que Júlio Ruivo lançou-se candidato, uma atitude talvez um pouco precipitada. Claro que os vices, por certo, são candidatos natos em seus partidos, mas anunciar candidatura a um ano do debate partidário, às vezes acaba ferindo suscetibilidades. Ir com muita sede só atiça o adversário. De qualquer modo, ele deve saber o que faz, afinal, experiência política não lhe falta. Júlio é o cara mais técnico em coisa pública, que eu conheço mas deve ir com calma . O que é do homem o bicho não come. Come outras coisas, menos o futuro dele.


Sorrindo à toa

Enquanto isso, Bonotto é só sorrisos. Assim parece estar se portando o outro pretenso candidato a prefeito de Santiago, o atual secretário da Agricultura, Guilherme Bonotto (PP). Conversei com ele e de pronto indaguei da candidatura. Se era verdade o que falavam por aí, que ele estaria conquistando o apoio dos Peixotos. “Pro” que foi. Guilherme saltou bem longe. Disse que sua intenção, como presidente do PP, é de unir mais o partido e, acima de tudo, ajudar na Administração Chicão para que ande bem e procure atender a todos. Após o mês de maio é que se vai discutir candidaturas, disse ele. Mas atenção! Maio do ano que vem! Por ora, haja sorriso.

Um velho filme


Esta história de lançamento é um filme que eu vi. Lembram quando o então vice-prefeito Chicão lançou-se a prefeito e deu a notícia pelo Expresso? Foi um rebuliço daqueles. Inclusive o prefeito Toninho virou os beiços na hora com o Gringo, claro, também queria concorrer, o que era um direito seu, sem dúvida, pena que os caciques preferiram Chicão. Depois, em 2000 outro filminho protagonizava-se na área de candidaturas, desta vez, com os vices. No páreo Guilherme Bonotto, Frederico Peixoto e o próprio vice Júlio Ruivo. Para não melindrar interesses, ficou o Ruivo. O time certamente era vencedor, pois não é todo dia que uma dupla consegue 20 mil votos.


Diniz aprimora-se com os
grandes líderes do PMDB

Vejo que o vereador Diniz Cogo, presidente do Poder Legislativo santiaguense, mantém viva a chama peemedebista buscando se espelhar nas lideranças gaúchas, como é o senador Pedro Simon. O encontro entre ambos aconteceu no último final de semana, quando Diniz participou de um seminário do PMDB, em Caxias do Sul. Representantes do partido de todo o Estado foram aprender e se preparar para bem orientar os candidatos a prefeito e a vereador. Em breve, o PMDB iniciará em nível local e regional a transferência dos conhecimentos adquiridos para todos os seus filiados, visando fortalecer o partido e elaborar um projeto de governo. O PMDB quer mesmo sair na frente na disputa eleitoral e o vereador em questão é sabidamente um dos pré-candidatos do partido em Santiago. É, meu caro amigo Diniz. Tem que se coçar se quiser manter-se sempre ativo e alcançar teus objetivos.

Vulmar vai abrir o jogo?

A semana começa com o tempo fazendo cara feia, mas nós não estamos nem aí para ele e seguimos escrevendo, fotografando a fim de fazer um bom jornal para a próxima sexta. E já anuncio que teremos uma boa entrevista com Vulmar Leite, ex-prefeito de Santiago que, após atuar como secretário do governo Rigotto, se recosta em Santiago curtindo sua aposentadoria. Há quem diga que ele será um dos candidatos em a prefeito em 2008 pelo seu PSDB. Há quem diga, ele não diz. Bem, vamos ver como será a sua conversa para a edição sexta, se vai abrir o jogo e lançar sua candidatura. Eu duvido, mas...

domingo, 20 de maio de 2007


O Romário e o secretário

Fiquei sabendo que até o final deste mês o prefeito Chicão finalmente anunciará o secretário que vai ocupar a pasta da nova secretaria, a do Meio Ambiente, criada no ano passado sem que o titular fosse escolhido. Até parece o caso do milésimo gol do Romário, que estava até dando nojo nos torcedores, pois o cara não conseguia marcar. Até que, hoje à tarde, ele faturou um pênalti em cima de um fraco time lá de Recife. Bola parada, mas o gol saiu. E o secretário, também vai sair? Pelo menos está na área?

Vulmar Light?


Vulmar reaparece, mas continua
dizendo que não é candidato

Hoje pela manhã escutei parte da entrevista do ex-prefeito Vulmar Leite na Rádio Santiago. O quadro não alterou nada desde que eu havia conversado com ele lá na Gaúcha. Vulmar segue cauteloso, como que à espreita do melhor momento para lançar-se como candidato a prefeito. Em sua entrevista ao Jones Diniz, criticou aquela velha história de os presidentes de bairros serem ligados a partidos. Eles perdem sua autonomia, observou. Abri mais os ouvidos para ver se daria algum nome para os bois, mas não foi além. O homem hoje parece ter mais equilíbrio político. Ao ser indagado se está esperando uma vaga no governo Yeda, a resposta foi tranqüila, afirmando que não crê numa possível oferta. "Yeda está fazendo um bom trabalho, colocando novas pessoas para atuar", sentenciou. Como sempre, nega que seja candidato. Ao analisar a questão Santiago e os empregos, disse que vê filhos da terra atuando em outros centros, e que é preciso gerar mais empregos aqui para evitar a debandada deles, tarefa esta que não é só do prefeito nem do presidente da Câmara, mas de toda a comunidade, lembrou ele.

Vulmar light - Que bonitinho, né? Vulmar em outros tempos diria: o prefeito, o fulano, o beltrano não estão gerando empregos como deveriam. De fato, temos aí a nova figura de um Vulmar light. Vocês não acham?

Carreta tomba no trevo:

Um ferido e muita soja espalhada
Mais um acidente de trânsito foi registrado em Santiago. Há pouco, a carreta conduzida por André de Moura da Rosa, 27 anos, tombou no trevo da Br 287, saída para São Borja, (antiga Braspelco). O condutor precisou do auxílio dos bombeiros, que o retiraram das ferragens, possivelmente com a clavícula fraturada e algumas escoriações. Ele foi levado ao pronto-socorro do Hospital de Caridade e passa bem. O caminhão é de propriedade do produtor Omar Wenning e estava carregado com soja. Os policiais rodoviários Constantino Machado e Jesuíno Melgarejo acreditam que o caminhão, que trafegava na avenida Aparício Mariense tenha vindo muito embalado, por isso, não venceu fazer a curva. O trânsito ficou interrompido por alguns minutos e depois foi desviado até que o caminhão e a soja fossem removidos da rodovia. Dezenas de curiosos rodeavam o local do acidente, já que nas proximidades, estava acontecendo um rodeio (sede do CTG Coxilha de Ronda).

Soja ficou espalhada pela rodovia.
Caminhoneiro André da Rosa foi
hospitalizado e passa bem.



quinta-feira, 17 de maio de 2007

Notícia de última hora
Chega ao fim mais uma tarefa, a de montar todo o jornal e enviá-lo à gráfica para que às 6 da manhã já esteja sendo distribuído. Logicamente que, mesmo tudo estando na gráfica para ser impresso, sempre estamos atentos a novos fatos, como esse de uma quadrilha que a Brigada Militar prendeu lá pros lados de Capão do Cipó. Os marginais são da região metropolitana e, pelo que eu sei até agora, eles estavam tentando assaltar a agência do Sicredi em Capão do Cipó. A ação rápida e precisa dos nossos bravos soldados da Brigada Militar impediram que um mal maior acontecesse. Todos presos e com as caras estampadas na edição e amanhã.


Adeus ao Chaparral
No mais, as coisas ocorreram com certa tranquilidade nesta semana. Os fatos mais marcantes ficaram por conta da queixa dos catadores de lixo que precisam de um local novo para trabalhar. Também há novidades no setor comercial, pois uma grane empresa deve se instalar em Santiago em breve, conforme noticiei em minha coluna na semana passada. A gigante vai ficar na casa de festa Chaparral. Tanto pior para os magrinhos que gostavam de se divertir no local, melhor para os donos do prédio que alugaram bem o imóvel e para Santiago, que vê mais empregos sendo gerados. Não vou revelar o nome da empresa porque daí, estraga a surpresa do Expresso, não é mesmo? Já os colunistas estão bem docinhos nesta semana. Não bateram em ninguém e só fizeram gracejos. Bem, agora é desfazer a página policial, acrescentar a nova notícia sobre a quadrilha presa e mandar de volta a Santo Ângelo, para a impressão. Até mais.

terça-feira, 15 de maio de 2007

O Papa se foi, o frio ficou
Oi, gente. Depois de uma semana cheia de papas e papa, aqui estamos, embaixo de tempo feio. Feio de frio mas bonito de saúde e serviço. Graças a Deus sempre temos trabalho à vontade. Aqui no Expresso só não trabalha quem não quer, o que fazer se acha, nem que seja um servicinho para falar mal da vida alheia. Brincadeira... Mas fazer o que. Falar é o nosso ofício.

Ares novos na política
Hoje à tarde conversei com um político de nosso meio. Perguntei a ele sobre possíveis mudanças na preferência eleitoral dos caciques do PP para a prefeitura. Ele não quis em adiantar nada. Apenas falou que vai me visitar. Estou aguardando.


O sortudo
(Essa me foi enviada pelo meu amigo Carlos Severo e agora compartilho com todos vocês, lembrando que é preciso ter respeito ao trânsito). O carro bateu na defensa, capotou, quicou saltando por cima de um escoadouro aterrissando nas quatro rodas! Veja a foto número 01. Você acha que o motorista só tem UM anjo protetor? Então veja a foto número 0 2.


segunda-feira, 14 de maio de 2007


Somos racistas
Não dá para negar. Eu sou racista, assim como você também é, já que a nossa sociedade carrega por anos essa pecha. No dia 13 de maio de 1888 aconteceu a abolição da escravatura. São 119 anos a nos separar daquele tempo escravocrata. Aliás, a lei Áurea tirou os negros da escravidão e os atirou no mar do desemprego. Sim, hoje, o número de negros formados ou frente a grandes empresas é pequeno, em relação aos brancos. A saga da pobreza foi a única herança deles, cujos antepassados só colheram relhaços e deixaram apenas tristezas e desilusões em suas sementes. Não tiveram a sorte dos brancos, afortunados fazendeiros que deixaram para seus filhos tudo o que ganharam, tomaram ou acharam.

Racismo persiste
Pior que a pobreza dos negros é olharmos as obras e a própria escrita e vermos que o racismo ainda se faz presente, senão vejamos as expressões "poço-negro", "negrito", "a coisa ficou preta", "denegrir a imagem" etc. E na arte, então! Dia desses ouvi na música de Os Mateadores a frase: "Nisso veio um negro véio e também tinha um negrinho", usada para caracterizar quem maltrata os passarinhos. Na praça de Santiago assisti a uma peça que revivia a lenda do Negrinho do Pastoreio". O ator açoitava um menino e o jogava no chão dizendo "negro desgraçado". Quem entendeu, entendeu. Os demais devem ter pensado tratar-se de mais um ato de racismo, sentimento que ainda vai permanecer em nosso meio por mais 119 anos.

sexta-feira, 11 de maio de 2007

No Expresso de hoje...

UMA BOA SELEÇÃO
Desde cedo o nosso Expresso está nas ruas com uma edição expressiva, como eu disse aqui neste espaço na quinta-feira à tarde. Tudo feito com carinho para você, leitor, encher os olhos. Não com as caras feias de nossa equipe aí nesta seleção ao lado, mas com as notícias importantes e com a bela impressão a cargo da nossa parceira de 15 anos, a gráfica Mercosul, de Santo Ângelo. E destaco os seguintes temas:
o coloridíssimo caderno das mães, no qual uma delas está mostrando a tristeza de estar com Aids;
os meninos, dando um belo exemplo e tirando o lixo do nosso meio ambiente já tão degradado;
a entrevista com a coordenadora de Educação dizendo que a coordenadoria para Santiago é algo impossível (no momento);
a casa feita para uma família pobre que havia buscado no Expresso uma forma de retratar sua necessidade (destaque para o nosso querido pastorzinho, o Cláudio Cardoso. Ele ajudou na obra);
os problemas da jovem que foi baleada e que precisa sofrer cirurgias para retirar três balas;
várias abordagens na saúde, na política - como o caso do prefeito de Manoel Viana que enterrou 104 mil na areia da sua praia, texto esse trazido à tona só pelo Expresso; o troca-troca na procuradoria de Capão do Cipó, com a vinda de Carlos Munaretto para Santiago;
as abordagens a respeito da nossa Câmara de Vereadores, com o vereador Sandro Palma exigindo os direitos e o vereador Kinho ganhando os seus.
Este é o Expresso, senhores. O precursor da imprensa escrita em Santiago (após aquela lacuna de longos anos sem um veículo impresso). Boa leitura.


Os mototaxistas...
Tudo calmo na velha Santiago nesta sexta-feira. O silêncio é quebrado apenas por algumas motos que seguem roncando motores pelas nossas ruas, e pelo característico som dos veículos de propaganda que, diga-se de passagem, um serviço ainda sem a devida regulamentação. Só existe a LAMENTAÇÃO dos coitados que são obrigados a ouvir o peso dos decibéis em escritórios, hospitais, escolas etc. Aliás, falando em regulamentação, abro um parêntese nesta história dos mototáxis: eles pintam e bordam, empinando moto, roncando suas descargas abertas... Muitos não têm nem documentos básicos. Entretanto, apesar da regra ter exceções e haver muito pai de família tentando levar o pão para casa, devemos nos ater a um mecanismo para que as coisas fiquem numa ordem. Esse mecanismo chama-se lei. Se vamos começar a não cumprir as normas que regem a nação, abrindo exceção aqui e acolá, tudo vira bagunça. Penso que, mesmo sabendo que os mototaxistas prestam um serviço social valoroso, não posso aceitar que andem ilegais. Em São Paulo e em tantos outros centros de igual tamanho, se sabe que as motos atravessam madrugas levado de tudo um pouco, até drogas. Não sei se é o caso de Santiago, mas que existe um leva-e-traz de tudo um pouco, isso existe.

E o caso das mototáxis? "Foi feito um termo de ajustamento?Nós concedemos um prazo até que seja aprovada na Câmara Federal a regulamentação da atividade de mototáxi. No Senado ela já passou. Também estamos tentando disciplinar as telentregas, pois a maioria não tinha nem alvará. O acordo vale até o fim de 2006. Se até lá não existir uma lei federal, mototaxistas não poderão mais atuar"
PALAVRA DO PROMOTOR BARBARÁ, EM MEADOS DE 2006.

... e a lei
Mas seguindo na questão da lei. Sempre aparece um para argumentar que os caras vão morrer de fome se perderem suas motos. Tá bom. E ninguém pergunta o que os taxistas farão com todo o investimento em seus veículos, para que tudo ficasse certinho com a documentação e com o veículo buscando a segurança do passageiro? Eles não têm famílias, não são trabalhadores também? Pensem nisso: será que, se começassem abrir empresas ilegais em toda parte, os pagadores de impostos e geradores de empregos não iriam brigar? Claro que sim. Concorrência desleal é a pior coisa. E com os mototaxistas não deve ser diferente. Ou a aparece uma lei adequando as coisas ou a polícia deve começar apreender todas as motos que fazem esse tipo de trabalho, sob pena de tudo virar uma bagunça sem precedentes. Daqui a uns dias, a própria polícia vai perder o respeito até na hora de cobrar o uso do cinto de segurança ou de um extintor em veículos de passeio. E não é o que queremos, é? E como dizem os advogados: “A lei é dura, mas é a lei”. E a lei vale também para a questão dos políticos que saem dos partidos. Eu defendo: o mandato é do partido, pois quando foram concorrer se valeram das siglas para buscar o voto. Mas isso é assunto para mais adiante.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

O frio, o Expresso e o Grêmio


O frio que se fez sentir em todo o Estado parece ter acelerado as coisas aqui no Expresso. Nesta semana teremos novamente uma superedição com dezenas de homenagens para as mães aliadas às reportagens envolvendo diversas "rainhas do lar", inclusive mostraremos o drama de uma mãe portadora do vírus da Aids, contraído do ex-companheiro.
No campo criminal não teremos grandes novidades, já que nesta semana o major Chaves parece ter se aquietado um pouco e não prendeu muita gente.

Novidade política - Essa não é das grandes, mas considero novidade, até porque, a pessoa envolvida no assunto é por deveras conhecida na região. Esse político vai acabar trocando de setor, ou seja, mudará de cidade para dar assistência a outra prefeitura aqui da região.

Viva o Grêmio - Provavelmente haverá gremista faceiro como ganso novo em taipa de açude neste final de semana, pois o Expresso está trazendo uma abordagem das festas que eles fizeram após a conquista do campeonato gaúcho. E para enlouquecê-los ainda mais, na quarta-feira, o tricolor enfiou 2x0 nos paulistas. Sou colorado, mas admito, time que ganha merece sair em destaque, ainda mais quando vence um dos melhores times da América. No ano passado fomos nós, neste, são vocês. É assim, que vença sempre o melhor

quarta-feira, 9 de maio de 2007


Zzzzzzzzzzzz, não dá mais!
Que pena! Fiquei triste, snif.
Hoje não poderei ir até às 6 da matina. Que tristeza, pois adoro varar madrugadas escrevendo, corrigindo, falando mal e bem dos outros na calada da noite, como dizem... Mas não dá. Vou retirar meu time de campo. Como no início do dia narrei, acordei às 5h e quem diga que durma? Saltei da cama e vim pro Expresso. Pois agora chegou o fim do meu dia e, como diz meu amigo Cézar Dors, “Vou me recolher”. Aliás, mando um abração para esse cara nota 10. Estamos com muita saudade de ti, meu amigo, incentivador de minha carreira no Expresso. Que bom que sarou da doença que lhe afligia. Tu aí em Cruz Alta e nós aqui, mas com o pensamento unido pela grande amizade que se formou entre nós.


Expresso encorpado
Hoje, quarta, teremos outra empreitada feia. Mas graças aos bons profissionais que estão ao meu redor, tudo fica mais fácil. Uma quarteada daqui, dali as coisas se resolvem. Traremos um jornal mais encorpado nesta semana, com boas fotos do Tabordão e do Denilson, algumas da Fabi, outras do PC... Até a Sandra Siqueira teve que fazer matéria nesta semana, entrevistas... Ela conversou com a coordenadora de Educação lá de São Borja. Como é mesmo seu nome, ah, é uma tal de Dilossane Vargas da Silva, muito simpática, por sinal. Foi um ótimo trabalho. Bem, como disse, estou quase dormindo zzzzzz, até loooogommmmaaaaiiiissssssssssilênciototal.
Foto: coordenadora de educação.

terça-feira, 8 de maio de 2007

Caí da cama
Ainda não são 9 horas e já estou a postos. Uma coisa rara hoje em dia, pois todos sabem que sou notívago. Meu horário para dormir é lá pelas 3 da matina e acordo no raiar das 10 ou 11. Mas o fato atípico acho que se deve ao frio. Dormi cedo e perdi o sono lá pelas cinco. O remédio foi saltar da cama e vir para o jornal. Aqui chegando, só encontrei o Denilson, o maior madrugador do jornal. De vereda o mate foi cevado (com São Gabriel, claro) e os micros iniciaram o ronco, digo ronco porque o dele está com o cooler estrago. Para quem não sabe, é o ventiladorzinho mesmo que estoporou e ronca para mais de metro. Bem, o dia de hoje promete. Tenho um balde de coisas para digitar. Ainda bem que a turma de repórteres está nas ruas desde sábado, e na segunda larguei mais um maço de atividades. Vamos ver no que dá. Até mais, quando voltarei trazendo algumas "pré-notícias" que devem sair sexta no nosso Expresso.

Detalhe: embora eu tenha levantado antes do sol nascer, a bela foto não é minha. É obra do meu colega Taborda, o Ânderson. Que por sinal, é meu afilhado.


Brrrrrrrr, que frio!
Parece que finalmente o inverno chegou na Terra dos Poetas. Quando eu saí de casa a temperatura estava em dois graus. E, agora, quando o Denilson foi ali na praça, o termômetro marcava 4. Para quem estava acostumado com uma estufa, o frio surpreendeu. Mas o nosso homem do tempo daqui do Expresso, o Denilson, me avisa que será por uma semana. Logo, logo vem mais calor. Que pena! O comércio está entupido de roupa de inverno, mas fazer o quê! Confira a foto de Denilson Cortes.

sábado, 5 de maio de 2007

Acidente mata
ex-diretor da Tritícola
Mal eu narrei aqui neste blog que o Sábado era tranqüilo em Santiago, chegou uma notícia péssima para os familiares e amigos de Edecir Kolinski, que às 12:15 de hoje faleceu em um acidente de trânsito, no KM 06, da RS que leva a Bossorca. Ele estava sozinho quando capatou seu veículo, uma F 250. Seu corpo foi aremessado para fora e, mesmo com o socorro rápido pelos bombeiros e Polícia Rodoviária Estadual, chegou sem vida ao hospital. Kolinski foi diretor da Cooperativa Tríticola Santiaguense.

Sábado tranqüilo
Santiago vive um sábado abafado, com um ventinho que não consegue espantar o sufoco. Como sempre, levantei após as 10 horas e, depois de alguns mates e um rápido café, fui ao salão Hadassa, da minha amiga Márcia Gonçalves, lá no bairro São Vicente. Precisa dar um trato no visual, emparelhar o cabelo etc. Logo mais devo ir às locadoras, me preparar para enfrentar a noite. Durante o transcorrer desse período folhei os jornais estaduais e notei a velha bronca sobre as papeleiras. Uns querendo que fiquem e tragam empregos e o dito desenvolvimento, enquanto outros lutam contra, pois elas podem trazer a degradação do solo com seus desertos verdes. O certo é que o governo nunca precisou tanto dessas empresas, porque na pindaíba que anda os cofres, o jeito é torcer por fatos novos, fatos que tragam, sobretudo, dinheiro, mesmo que o preço seja pago mais tarde com os prejuízos ao meio ambiente.




quinta-feira, 3 de maio de 2007

Cara feia em Santiago



Expresso a baixo d'água

Hoje, quinta-feira, o tempo está de cara feia, igual a muita gente por causa das enxurradas das denúncias. Estão tentando criar na cidade o dito "denuncismo". Dessa, ninguém tá livre. É na Corsan, no presídio, na Ruben Lang, foi assim na Fazenda Terapêutica coordenada por pessoas ligadas ao Grupo Amor Exeginte. O Grupo é isento, repito, mas a pessoa que assumiu aquele espaço, lá onde hoje é um canil, deve ter deixado alguma coisa a desejar.


Denúncias, a bola da vez

E nós, do Expresso, que não estamos muito na onda do denuncismo, mas também não podemos fechar os olhos e deixar de dar ouvido a todos, denunciadores se denunciados. O negócio é ficar na platéia e concordar, em partes, com o meu colega Denilson Cortes que escreveu em sua coluna de amanhã (Expresso), que é cedo ainda, as eleições só acontecem no ano que vem, quase no final de 2008, mesmo assim, chove denúncias. Pergunto: quantas mais estão por vir?


E vem aí o Expresso

Estou preocupado com cara feia do tempo, como diz o meu amigo Barbela. Isso pode perturbar os nossos jornaleiros na entrega de amanhã. A edição não é uma da melhores, mas nos dedicamos ao máximo para fazer para contemplar nossos mais de 30 mil leitores com algo bem feito. Uma das matérias mais importantes diz respeito justamente às denúncias. Outra fala um pouco mais dos caça-níqueis, matéria esta que ainda não se esgotou. De São Vicente chegou um fato interessante: uma família acusa o hospital da cidade de ter atendido mal uma paciente, a levando à morte. O resto, o mais picante, fica por conta dos colunistas que mais uma vez devem atrair muito a atenção e vocês.

terça-feira, 1 de maio de 2007

Beto Caetano, parabéns!


Ontem tive o privilégio de assistir ao lançamento do novo disco do acordeonista e cantor Beto Caetano, uma das figuras mais brilhantes desse Estado, em termos de pessoa e de musicalidade. Beto já gravou mais de mil músicas por este Brasil a fora como instrumentista e ainda ganhou o título da Assembléia Legislativa como o Músico do Ano. Junto ao palco do CTG Os Tropeiros também estavam Miguel Marques, Pedro Ortaça, Analise Severo, Sidnei Almeida e tantos outros artistas da região, além da figura de João Almeida Neto, um dos mais renomados intérpretes gaúchos.
Foto: João de Almeida Neto, Miguel Marques, Beto Caetano e Sidinei Vargas.


Em boa companhia
Eu ainda pude desfrutar da companhia do professor Clovis e da sua esposa Nelcy Brum. Juntos estavam o bem-humorado Chico Gorski e sua esposa. Destaque para a agradável presença da professora Salete Reolon. O Clovis e a Nelcy me acompanhavam no riso, entre uma piada e outra, contada por mim ou pelo alegre Chico. O bom disso tudo é que a música gaúcha ganhou mais uma vez, já que a discussão sempre se pautava pelas melodias que ora iam ao palco. O casal Brum, a exemplo desse blogueiro, admira o trabalho de Miguel Marques, Nenito Sarturi, Analise, Sidinei Almeida, Pedro Ortaça. Coisas da terra, que legitimam nossa cultura. Clovis até comentou comigo sobre a possibilidade de gravar um disco com os artistas de Santiago para que a URI, entidade que dirige, possa presentear os visitantes.


Neco Abreu
em todas
Junto ao palco, chamando os artistas, o sempre eloqüente Nélson Abreu, vereador e locutor que orgulha Santiago, seja pelo conhecimento, seja pela maneira alegre de comandar os espetáculos. E lá, o Nequinho estava feliz como nunca, pois fazia a tarefa de promover uma das figuras mais admiradas da nossa música, o nosso Betinho Caetano, mano do grande profissional Irani Caettano, odontólogo de renome em nossa região. Caminhos diferentes para os dois irmãos, mas o mesmo sucesso foi alcançado por ambos.
Foto: Beto Caetano, Neco e Leonardo Sarturi.

De carancho
Só não me considerei um "carancho" na festa do Beto porque ele próprio me convidou, aqui no Expresso, quando me deu um disco e uma entrevista. Se fosse pelo seu delega Nenito (dono da gravadora que lança o disco do Beto) eu não iria, já que ele conta sempre com a boa vontade de sua amiga Irene Gomes, colunista deste jornal que sempre cobre tais eventos. Claro, assim ele tem a certeza de que o seu evento sai no Expresso.

O delega e o festival
O delega fez questão de elogiar minha colega Irene, o que eu achei muito bonito. Se bem que eu não sei se ele fez isso só para ter o prazer de não citar o Expresso. É que ele não sabe aceitar críticas contundentes. Fica beiçudo comigo pelas pauladas que dei no festival que organizou. Mas o fato é assunto público. Sempre vou falar. Os próprios amigos dele me disseram que o festival não prestou. E ele fica brabo só comigo? Mas tudo bem, eu continuo fã do seu trabalho artístico. Rendo-me a tantas músicas que ele escreve e interpreta. E nesta semana, a exemplo da outra, ele terá uma chance de sair aqui no Expresso, pois mereceu. Só por isso.A propósito: alguém tem ouvido o disco do nosso último festival? O meu eu fiz um lançamento especial, lá no Rincão dos Viana.
Foto: Nenito canta e encanta com o filho Leonardo. "Olha guri, repare o que estás fazendo...".