O dia se foi e eu não viEstamos de volta, agora mais aliviados, pois quase todas as matérias já tomaram seu rumo e se aninharam nas páginas do Expresso, só é preciso paginá-las. O dia de hoje eu nem vi passar. Acordei ao meio-dia, tomei meu remédio contra uma dor muscular que me aflige o peito, almocei, conferi as últimas e me mandei pro serviço, onde estou até agora e devo permanecer até quase o raiar do dia.
Carreteiros, festanças e cavalgadas não são coisas pra mim. Um dia, talvez eu possa desfrutar desse convívio com a
gauchada. Por ora, só quero trabalhar e construir o futuro para meus filhos. Felizes deles se puderem
atuar na empresa que o pai dirige. Pelo menos é o que eu penso agora.
Fora com os tchês
Gostei de saber que os
tchemusic quase foram corridos lá dos
Tropeiros, conforme li no site do
Cassal.
Orre bem feito! E bem feito também
pros promotores desses eventos. Ora trazer uma
gente dessas para animar baile
gaudério. Chega os programas do meu amigo
Édem de Paula, o Roda de
Chimarrão que só toca
sertanejas. Prefiro o "laranja azeda" do Sílvio, pelo menos tem
os "amores" dele, o
Chiquito e
Bordoneio. "Temo mal de programação". Só se salva o Marco
Antônio e o
Luiz Antônio. Ambos da Santiago. O resto é puro
tchemusic.
Ao PratesAqui deixo registrado o meu lamento para com as dores que o amigo Júlio
Prates está
sentindo nos braços. Não sou médico, mas só pode ser LER - Lesão por esforço repetitivo, é isso, Júlio? Tu escreve demais. Acho que me ganha. Isso que eu
escrevo todos os dias para o jornal. E não tem o que chega. É um verdadeiro
foge de matérias. E ainda há o livro me esperando para ser digitado. Mas vamos lá. Não "demo bola", como fala o Marco
Antônio Nunes. Tu vai melhorar, Júlio, mas não se arrisque. Sugiro que pare um pouco de usar o teclado. Abraços.
Um abraço forte também para o amigo Cassal Brum. Hoje ele esteve aqui na redação. Sempre atento a tudo, faz um belo trabalho para a nossa comunidade.Enquanto a cidade sofre com menos um promotor, o Barbará dançava com os "dois pés de baixo", lá no
Coxilha de Ronda. Me contaram e fui dar uma espiada: se jogassem um pau de fósforo não chegava no chão. De tanta gente. Parecia até os bailes do
Amaranto Pereira. derramando gente pelas janelas.
E como o tempo urge (odeio esta palavra), lá vamos nós pros teclados e pra tela. Ainda falta muito texto para ser relido. Só digo que o Expresso de sexta vai estar supimpa, como diria o Barbela. Até amanhã.