Este e-mail é endereçado ao Expresso, mas como meu blogue sempre aborda as questões ligadas ao jornal, nada de errado se publicá-lo aqui para adiantar o serviço. Aí está o recado do Genaro, ao qual agradeço pela leitura e pela participação, mostrando a repercussão dos artigos dos nossos colunistas.
Prezado Editor
Não tenho nenhum vínculo com o vereador Arlindo Alves e nem o conheço pessoalmente, mas achei preconceituoso o texto publicado na página 09 do Jornal Expresso Ilustrado, edição 868, na coluna Araponga. Ao menosprezar a linguística do vereador, produz-se consequências a ele, aos seus eleitores e a população que se expressa de maneira semelhante, entre eles, provavelmente, vários leitores do Expresso Ilustrado. Como afirma Bagno (2001), “respeitar a variedade linguística de toda e qualquer pessoa equivale a respeitar a integridade física e espiritual dessa pessoa como ser humano, porque a língua permeia tudo, ela nos constitui enquanto seres humanos”.
Ressalto que não tenho nenhuma identificação política em Santiago, pois estava morando há dez anos em Porto Alegre e retornei a cidade este ano, mas não é a primeira vez que observo casos como este no jornal. Minha única intenção é colaborar como leitor, para tornar mais agradável a leitura. Também achei incoerente a coluna "A tia louca", na página 02, mas sobre esta prefiro nem comentar.
Agradeço a atenção.
Genaro F Vargas
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