O Expresso também esclarece que as respostas não ditas levam a várias interpretações, as mais evidentes são: ou se está fazendo pouco caso com a opinião pública - aqui representada por este veículo - ou o tipo de pergunta não é o mais preferido pela direção da entidade em questão. Por ora, nos resta pedir escusas aos nossos leitores por essa falha involuntária no que diz respeito a essa matéria. Em um país onde cada vez mais se exige transparência dos poderes e órgãos associativistas, tal descaso é um soco no estômago da liberdade de imprensa.
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