sexta-feira, 4 de junho de 2010

Escola da URI x eleição


É sabido que pela primeira vez a URI expôs na imprensa as portarias, os editais e normas eleitorais; pela primeira vez, também, há duas chapas concorrendo, seja aqui, seja na reitoria. É natural que surjam impasses, conversas daqui e dali. Os ânimos se alteram, mas alguém deve manter a serenidade.

É de se elogiar a atitude do advogado e professor Miguel Garaialdi (foto) sobre sua atuação frente à assessoria jurídica da URI, no que se refere à pendenga "vota-não-vota" na Escola da Universidade. E como presidente do Conselho Eleitoral, não se deixou envolver por A ou B e seguiu firme no seu propósito de forma imparcial.

Enfim, ficou decidido: a escola vai votar nessa eleição, mas cabe dizer que a antiga norma sobre a participação dela deixa dúvidas, as quais foram clareadas pela comissão, tendo à mão vários pareceres de advogados, uns pensando de um jeito, outros de forma diferente...

Diante do impasse, conversei com o diretor Clovis Brum e soube que levou para aprovação de conselho de campus a ideia de manter o colégio eleitoral da escola, pois me disse ele que isso se deve ao respeito pelos colegas de lá, e que já haviam votado na outra eleição.

"Vivemos uma grande lição: precisamos acelerar o processo de revisão dos nossos estatutos e normas", reiterou Clovis, considerando importante a decisão unânime do conselho de campus, de que a escola votará.

E é bom que se revise mesmo, até porque houve tentativas de se colocar a culpa numa ou outra chapa sobre a questão da escola "votar ou não votar". Graças que a firmeza do professor Garaialdi falou mais alto.




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